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sábado, dezembro 4, 2021

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Nejmi e Fausto são as apostas para instalação da CPI da Asfixia

Com a retomada das sessões na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) na próxima semana, a mobilização em torno da CPI da Asfixia deve voltar aos debates na Casa. A iniciativa precisa de apenas duas assinaturas para que a investigação sobre as irregularidades cometidas pelo Executivo Estadual durante a pandemia seja instalada.

Seis parlamentares já registraram apoio formal: Péricles Nascimento (PSL), Sinésio Campos (PT), Serafim Corrêa (PSB), Wilker Barreto, Dermilson Chagas, ambos do Podemos, e Ricardo Nicolau (PSD).

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O deputado Péricles, proponente da CPI da Afixia, afirmou que vai continuar com a tarefa de convencer os colegas e aposta na adesão dos deputados Fausto Júnior (MDB) e Nejmi Aziz (PSD) para dar início aos trabalhos.

“Estamos pedindo apoio aos colegas, mostrando a importância (da Comissão)”, afirmou. Antes favorável à CPI da Pandemia – requerida pelo deputado Dermilson Chagas (Podemos) -, Fausto retirou sua assinatura por discordar do conflito gerado pela proposição de duas comissões.

Também avaliou que a investigação acabaria em “pizza” e se transformaria num “circo” nos moldes, segundo o parlamentar, do inquérito instalado no âmbito do governo federal, cujas sessões também serão reiniciadas na próxima semana.

No dia 8 de julho, Dermilson e Wilker desistiram de enviar o requerimento da CPI da Pandemia à Aleam pela ausência de fato determinado. Além disso, o projeto foi recebido com relutância por incluir questões como publicidade e população carcerária.

O delegado Péricles então apresentou a nova proposta, cujo fato determinado consiste na crise do oxigênio enfrentada no início do ano. “Foi um caso emblemático, que gerou repercussão nacional, mas há outro problemas, inclusive apontados na (proposta) CPI da Pandemia”, destacou Péricles.

A assessoria do deputado Fausto confirmou que ele vai assinar o novo requerimento, já que foi definido um fato determinado e a unificação das duas propostas. A assessoria da deputada Nejmi, que está em São Paulo para tratamento médico, informou que ela não vai se pronunciar sobre o assunto.

“Já fizemos tudo o que a base do governo queria. Fizemos um adendo sobre os contratos de falta de oxigênio. Vamos cobrar de todos que investiguem o governador”, declarou Dermilson.

“A pressão sobre a falta de oxigênio durante a pandemia é muito grande por parte da população. O governo vai ficar à deriva com alguns aliados. Ninguém vai querer atrelar sua imagem à do governo”, sentenciou.

Daniel Amorim, da redação

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