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sábado, outubro 16, 2021

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Diretor-geral da PF afasta superintendente responsável por inquérito sobre Renan Bolsonaro

O diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino, resolveu trocar o superintendente no Distrito Federal, delegado Hugo de Barros Correia. A informação sobre a saída de Barros foi publicada inicialmente pelo jornal “Folha de S. Paulo”.

Barros coordenava a superintendência do DF desde maio deste ano. Segundo fontes ouvidas pela GloboNews, ele foi informado na noite desta quinta-feira (7) que seria tirado do cargo.

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É na superintendência do DF que está o inquérito sobre Jair Renan, o filho mais novo do presidente Jair Bolsonaro. O inquérito foi aberto a pedido do Ministério Público após denúncia de possível tráfico de influência e lavagem de dinheiro feita contra Jair Renan por parlamentares de oposição ao governo.

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O objetivo é investigar o filho de Bolsonaro e a suposta atuação da empresa dele junto ao governo federal.

Também estão a cargo da superintendência do DF o inquérito das fake news, que investiga a divulgação sistemática e coordenada de conteúdo falso para abalar a democracia; e o inquérito dos atos antidemocráticos, sobre a organização de manifestações contra as instituições do Estado.

Nesses dois inquéritos, empresários, políticos e ativistas bolsonaristas são investigados.

A PF ainda não informou quem será o novo superintendente no DF. A definição do novo nome deve sair na semana que vem, quando for publicada no “Diário Oficial” a saída de Barros.

EsquemaR

Outro inquérito no DF investiga o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, por suposta participação em esquema de exportação ilegal de madeira.

Internamente, delegados reagiram e criticaram a decisão de trocar o chefe da PF em Brasília sem, segundo eles, uma justificativa objetiva.

Os delegados relataram, nos bastidores, que é “tenso, ruim” o clima da categoria em relação ao diretor-geral, Paulo Maiurino, por causa dessa decisão.

Interferência

Na quarta-feira (6), Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que pretende depor presencialmente no inquérito que apura suposta interferência política pratica por ele na Polícia Federal.

Bolsonaro será ouvido no inquérito aberto a partir de denúncias feitas pelo ex-ministro Sergio Moro em 2019.

Segundo Moro, Bolsonaro tentou interferir em investigações da PF ao cobrar a troca do chefe da Polícia Federal no Rio de Janeiro e ao exonerar o então diretor-geral da corporação Maurício Valeixo, indicado por Moro. Bolsonaro nega ter tentado interferir na corporação.

 

Via G1

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